quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Eu no Imagens & Letras


Gente! Fui homenageada no Blog Imagens & Letras! Estou muito feliz por ter meu trabalho reconhecido! Estou honrada por ser a primeira artista a ser apresentada por essa iniciativa de Olavo Saldanha! Visitem-no e vejam que Blog explêndido é o Imagens & Letras!
Abraço carinhoso a todos!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

domingo, 5 de dezembro de 2010

Zépa e arte!

É com muito orgulho que anuncio aqui no meu Blog um artista que merece reconhecimento: Zépa é caricaturistas , retratista e tatuador. Sua arte se destaca pelo belo desenho que exprime em seus trabalhos. Visitem o seu Blog e se deliciem com suas obras!
Abaixo alguns trabalhos que escolhi para apreciação!
Abraço a todos!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Mikhail Baryshnikov

Do filme "O sol da meia noite" (1985)um dos bailarinos mais espataculares do mundo! Vale a pena ver e sentir a força desse vídeo na performance maravilhosa de Baryshniikov. Arte de verdade! Abraço a todos!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Monique Maion

Hoje resolvi colocar um vídeo de uma cantora que comecei a ouvir com prazer: Monique Maion canta um Jazz cheio de estilo. Espero que gostem!
Abraço carinhoso a todos!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Lembrança de uma Primavera

                               "Lembrança de uma Primavera" fotografia, 2010, por Fabiana Alves

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

...

                                                "..." fotografia, 2010, por Fabiana Alves

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O Limiar do Surto


Olá a todos! Quero que vocês conheçam o livro de poesias de Rodrigo Della Santina. Com um conteúdo incrível, o Limiar do Surto traz poesias de altíssima qualidade. Um livro de riquíssimas sensações!
Podem adquirí-lo comigo mesmo ou entrando em contato direto com o autor pelo blog http://www.rodrigoepoesia.blogspot.com/ por apenas R$15,00 + frete.

Abraço carinhoso a todos!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Cantinho


                                               "Cantinho" fotografia, 2010 por Fabiana Alves

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Lascaux



A caverna mais famosa do mundo agora está numa versão virtul interessantíssima! Lascaux é maravilhosa e merece uma visita! O melhor acervo de arte rupestre! Incrível! Acesse o link e boa viagem! Eu garanto!Abraço carinhoso a todos!

http://www.lascaux.culture.fr/#/fr/00.xml

terça-feira, 10 de agosto de 2010

O desvio

Olá a todos!
Agora também estou participando com muita satisfação do Blog Boas Sementes. Lá postarei textos meus às terças-feiras. Já tem texto lá! Espero vocês e convido-os a seguí-lo!
Abraço carinhoso!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O Desvio

Olá! Escrevi um conto e gostaria que vocês lessem. Não sou muito boa para escrever contos, mas encarei!
Espero que gostem! E estou esperando comentários, críticas... É um assunto social e moral.
Abraço a todos com carinho!

Clique no Título.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Nadando em Reflexos

                              "Nadando em Reflexos" fotografia, 2009, por Fabiana Alves

terça-feira, 11 de maio de 2010

Prêmio Dardos!


Esta semana, meus queridos amigos, recebi uma honraria: o “Prêmio Dardos”, concedido a mim pelo poeta e escritor Rodrigo Della Santina, autor do blogue “O Limiar do Surto”.

Esse magnífico selo foi uma criação do Junior Vilanova, do blogue “Contactos Imediatos”, e da Olga, do blogue “Pensamentos, Ideias e Sonhos”. Segundo eles, trata-se de um reconhecimento dos valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Isto posto, só tenho a agradecer muitíssimo ao Ricardo e aos criadores desse selo por tal lisonja.

No entanto, há algumas regras a serem seguidas após o recebimento deste selo, que são:

a) exibir a imagem do selo em seu blogue;
b) postar um linque para o blogue que o escolheu;
c) escolher outros quinze blogues a quem entregar o prêmio;
d) avisar aos escolhidos.

Meus quinze blogues escolhidos são estes:

José Luis - Fotógrafo
Régis Pereira
Wilson De Ângelo
Zadoque
Ofício de Escrever
J. Caribé - Fotografia
Debarte
Cris Fonseca
Alma do Artista
Atelier Fábio de Souza
Coisas da Vida
Desenho e História da Arte
Imagens & Letras
Ilustratus
Outra História

segunda-feira, 3 de maio de 2010

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Um presente de zadoque


É com muita alegria que anuncio um presente: meu blog extremamente tênue está entre os Blogs Interessantes de Zadoque.
Recomendo este site para todos que apreciam arte, entretenimento e pesquisas voltadas para essas áreas. Muito bom!
Grata, Zadoque!
    

terça-feira, 27 de abril de 2010

Pura poesia

Quero presentear meus visitantes com um poema de muita qualidade e de grande valor poético do meu querido esposo Rodrigo Della Santina. Leiam e deleitem-se. Sigam o link.
http://rodrigoepoesia.blogspot.com/2010/04/febo-apolo.html

quinta-feira, 1 de abril de 2010

domingo, 21 de março de 2010

quarta-feira, 17 de março de 2010

terça-feira, 16 de março de 2010

Carlitos e o garoto

Carlitos e o Garoto“Carlitos e o garoto” carvão s/ papel canson A3 (03/2010) por Fabiana Alves

Rosas Amarelas

Rosas amarelas
                                                   “Rosas amarelas” óleo s/ tela (1999) por Fabiana Alves

segunda-feira, 1 de março de 2010

Chaplin (variação)

Personagem do filme “O Aventureiro” 1917
Chaplin 2
“Chaplin” (variação) fevereiro 2010: lápis 8B s/ papel sulfite por Fabiana Alves

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Chaplin

Personagem do filme "O Aventureiro" 1917
Chaplin

"Chaplin" 2010 desenho a lápis 8B s/ papel sulfite A3 por Fabiana Alves

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

André Breton e Paul Éluard / Nada existe de incompreensível

(Li este texto no Blog #poesia)

Que atracção reuniu assim no fundo deste abismo, a mil metros abaixo do nível do mar, alguns dos maiores criminosos do nosso tempo? O local é fresco, mas mais claro que espinhoso. Nenhuma inquietação pelo futuro, nenhuma luz escondida, ali chama por aqueles que procuram através das paisagens as grandes confidências vivas. Uma pequena vivenda de arrabalde fura entre os maciços de coral e os cantos de esferas o seu pára-raios e o seu pombal junto da suave epiderme da alga vermelha. Os que habitualmente vêm a este sítio falam com mais gosto de ódio que de amor. O acaso, este ano, conduziu para esta clareira famosos artistas.

Troppmann, a Brinvilliers, Vacher, Soleilland, Haarmann… Que festa de caridade poderia gabar-se de reunir tão grandes artistas no mesmo cartaz? Contudo, lá estão sem nada terem combinado, por repouso, por estudo também, preparando na paz desta depressão os programas misteriosos de que não nasceram os executores esplêndidos.

Na serenidade das noites a Brinvillers ressuscita os seus venenos perdidos com aquela graça reflectida que lhe permite uma interpretação justa e verdadeira do pensamento arsenical. Vacher evoca a beleza das prostitutas apaixonadas, Haarmann come, Soleilland joga, Troppmann ri, todo um terreno vago nos olhos.

Na volta de alguns carreiros, roçando pelos mastros de barcos submersos, palavras sem canções misturam-se com esta atmosfera de piratas e talvez nunca o seu poder se tenha exercido com mais liberdade. A atracção que agiu nestes criminosos não deve ser mais do que esta pureza, este silêncio do abismo, que permite à linguagem assassina reencontrar, de certo modo, a sua juventude, o ponto de força e de acção onde é absolutamente ela própria, sem que nada a estorve ou a corrompa.

Nunca esqueceremos o dia em que, pela primeira vez, vimos Soleilland entrar no mar. O silêncio estabelecera-se pouco a pouco no quarto quando este homem alto e jovem se aproximou do leito e se sentou. Olhou a cabe leira clara pela qual passara a mão, recolheu-se e era como se tivesse querido passar um pouco da sua emoção e da sua sagacidade para os adoráveis anéis do seu cabelo. Nenhuma afectação neste recolhimento. Sentíamo-lo só e verdadeiramente naquele instante todos nós existíamos mais ou menos através dele. O fenómeno que liga tão estranhamente um homem àquilo que ama não existe aliás fora da autoridade, da exigência: é tanto um abuso da força como uma força e pertence à distracção dos demónios.

Quando a vozearia pública esmoreceu, quando ficou à altura do mar, quando deixou de ser o mais forte, Soleilland apenas descobriu os olhos da criança. Nascidos na surpresa eles afirmavam de súbito a vida num resumo violento e magnífico. Era qualquer coisa que nunca tínhamos encontrado: a obra encontrava neles a sua grandeza, a sua verdade, certas. Ela é longa: de uma ponta à outra a impressão é acrescida de um tal vaticínio que não era possível duvidar de ter assistido à consumação dos séculos.

Tudo se passava, dissemo-lo, sob o mar. Nós não fazíamos mais do que estar sobre a jangada com os nossos contemporâneos, logo bem pouco suspeitos de romantismo. Foi então que se admirou o génio de Soleilland o bem denominado. Compreendeu-se que ele se manifestava para além mesmo da inteligência, por um daqueles dons que fazem crer em qualquer coisa mais do que as habituais possibilidades humanas.

Quando dissemos a Soleilland o que pensávamos dele, respondeu-nos com uma voz juvenil:

— Porque me dizem isso?

— Porque o pensamos.

— Acredito em vós sem dificuldade.

Sorria, maravilhado por o poderem considerar como um dos maiores directores de consciência vivos.

— Mas que fiz eu? acrescentava ele. Sobrecarregava-nos de perguntas para nos ouvir justificar o nosso juízo; e, não tardou, como fosse a nossa vez de o interrogar, que nos contasse a sua infância ao sol, entre os princípios de seu pai e os pressentimentos de sua mãe que, muito jovem, o tinha iniciado nos grandes arcanos e não duvidava de que um dia teria de se tornar um «sol».

Trabalhava com alegria, e já era senhor da sua indiferença e senhor dos seus desejos, quando grandes perturbações sacudiram as suas mãos. Arrancou da parede a gravura que a adornava e representava um homem batendo numa mulher com um violoncelo e todas as suas forças, com o título: «Violoncelo que resiste». Tanto bastou, iria confessá-lo, para que os seus estudos terminassem, para que se tornasse naquilo que escutávamos naquela tarde, um jovem célebre nas profundidades da vida, e que conhecia a glória por não ter conhecido o coração dos outros.

Aquele que cumpre este destino magnífico só pensa em si mesmo: habita um mundo sem vítimas e não está surpreendido com a sua aventura, aqui em baixo, quando se fala com ele.


André Breton e Paul Éluard
As mediações
A imaculada concepção
Tradução: Franco de Sousa
Estúdios Cor
1972

domingo, 21 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

É hora!

"Quanto há para se dizer!
Dizer tudo ou nada, mas dizer...
Mas o quê? Começar por onde?
Quero dizer-lhe algo interessante,
Que desperte ânimos, almas, olhos...
Que ofusque soberbas e ilumine a Fé...
Que vislumbre sátiras e soboreie fatos...
Que desloque opiniões e edifique verdades...
Saber o que dizer, como dizer... "

Fabiana Alves



Foto: "Folha seca" por Fabiana Alves                                     

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Orvalho

Na rudeza da minha alma
Ansiosa e deslocada
Vivo num presente estático.
Enveredo-me pelos mais insólitos caminhos,
Pelas mais lânguidas perspectivas
Para não ter que recusar este momento.
As janelas inundam-se
E, imóvel, sinto-as escorrer.
A brisa me beija, mas as marcas ficam.
O estigma me consome.

Fabiana Alves
                                   
Foto: "Nocturna" por Fabiana Alves